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Confiança e segurança

O que um time de TI ou de segurança precisa saber antes de aprovar uma ferramenta de acesso remoto — inclusive o que não temos.

Onde o seu dado fica

No Brasil. O servidor roda na Oracle Cloud, região de São Paulo (sa-saopaulo), e isso é conferível: o endereço de IP do serviço cai dentro da faixa pública que a própria Oracle publica para essa região.

Se isso ainda não bastar para a sua política interna, o servidor pode rodar dentro da sua própria infraestrutura.

Controles que existem hoje

Segundo fator (TOTP)

Autenticação em dois passos para as contas da equipe, com aplicativo padrão.

Papéis e escopo

Dono, supervisor e técnico. O patrão pode negar um recurso a um funcionário, e quem recusa é o servidor, não a interface.

Auditoria

Mudança de interruptor com valor de antes e depois, logins e transferências de máquina.

LGPD

Consentimento registrado, retenção configurável e varredura do que passou do prazo. Ver a página de privacidade.

Código de acesso rotacionável

A senha de uma máquina pode ser trocada a qualquer momento, sem reinstalar nada.

Consentimento para monitoramento

Os recursos de vigilância nascem DESLIGADOS e exigem ação explícita para ligar. O padrão é não observar.

O que ainda não temos

Preferimos que você saiba por nós

  • Nenhuma certificação. Não temos SOC 2 nem ISO 27001. Quem disser que tem, mostre o relatório — inclusive nós, quando tivermos.
  • Sem SSO/SAML. A entrada é por conta própria com segundo fator.
  • Instalador sem assinatura digital. O Windows mostra um aviso na instalação. É um certificado que ainda não compramos, não um defeito do arquivo.
  • Sem acordo de nível de serviço publicado. Não vamos prometer um número de disponibilidade antes de ter histórico medido para sustentá-lo.

A lista completa está em o que ainda não fazemos.